Sousas distrito de Campinas 03/11/2002
O pessoal foi chegando no ponto de encontro na dois de Julho e partimos em direção a Sousas, após o pedágio da Bandeirantes, o nosso grupo ficou completo: Sergio, Leori, Ronaldo, Jaider, Miguel, Oliver, Rodolfo, Toninho, Irmão do Toninho, Bruno, Salim. No pedágio uma bela morena nos informou que era a saida 86 e lá fomos, seguindo o Sergio, que passou direto pela entrada da cidade e percorremos mais uns 28 kms mas não tinha nenhuma placa indicando, depois fizemos um retorno que parecia mais uns 10 kms, depois de tanto dirigir conseguimos achar Sousas e estacionamos os carros no centro ao lado de um clube. Nosso segundo passo era descobrir qual seria a caixa de correio onde tinhamos que zerar o odômetro, mas o pessoal estava em boas mãos, um navegador experiente o Leori (que só se perdeu 30 kms a mais no Raid Caipira) e o outro era o Salim que estava até munido de GPS, então partimos ao pedal, no começo um trecho de asfalto passando por vários points da região, logo chegamos na terra e a coisa começou a melhorar, só a planilha mesmo que não batia, nem os ciclocomputadores de plantão, passamos pela usina hidroelétrica, e logo veio a dúvida do caminho novamente, depois de ir pra lá e pra cá pulamos uma porteira e subimos em direção as torres da CPFL, o Bruno (PowerMan) foi subindo tudo e o pessoal atrás, o piso era de grama e segurava muito, mas derepente surgiu o Zorro ou era o Beto Carreiro, com um facão que parecia uma espada de samurai e nos impediu de continuar, alegando que outros bikers tinham destruido um registro ou algo parecido que custava em torno de R$ 11.000,00, nem exitamos e descemos de volta com tudo, tinha gente que queria até pular a porteira direto. Para compensar esse trajeto a menos um ficou girando a rodinha do outro, sena hilária, mas necessária para acertarmos os odometros, seguimos a trilha que era paralela ao Rio Atibaia, depois de alguns quilometros paramos para comer um nutry e o pessoal resolve entrar no rio para refrescar, continuamos o caminho por terra batida até chegarmos em uma ponte onde se tinha opção de passar por cima da mesma ou ir pelo riozinho, a maioria passou pelo riozinho, porém alguns ou talvez apenas um não passou com medo de se molhar. batida até chegar na estrada do Observatório de Capricórnio, mas o pessoal resolveu ir em direção a Sousas, onde chegamos ao ponto de partida e fomos muito bem repecionados pelos moradores da Cidade que inclusive nos deram dicas de alguns passeios pela região.
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Percurso médio com 44kms de terra batida/asfalto.